Ricardo Azevedo

A vontade comunicativa do imaginado, o gosto delicado pela arte e, nomeadamente, pela comunicação por meio do desenho, motivou, Ricardo Azevedo, desde cedo a seguir o caminho da arquitetura. Neste sentido frequentou o Curso de Arquitetura na Universidade do Porto (FAUP). 

Na FAUP, cresceu e aprendeu, pelo contacto directo com Mestres da Arquitectura Portuguesa. Ainda estudante trabalhou no gabinete do arquiteto Francisco Barata ao mesmo tempo desenvolvia a Dissertação de Licenciatura, que o levou a terminar o curso em 2000. 

Por não resistir à vontade de partilha dos seus conhecimentos e em simultâneo ao desenvolvimento de projetos decide leccionar de 2001 a 2013, na Escola Superior Artística do Porto (ESAP). 

Em 2002, propõem-se a entrar numa aventura, conhecida até aos dias de hoje, ao criar a empresa Ricardo Azevedo Arquiteto (RAA).

Prémios

1997
Prémio Pedro Branco

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2000
Prémio de mérito Dr. Aguiar Branco

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2017
1º Lugar no Concurso para a Maior Torre do Paraguai, Paraguai

com Nuno Bessa

2000
Prémio Rotary Club do Porto Douro

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2014
1º Lugar no Concurso para o Edifício Sede da OTOC, Porto

com Nuno Bessa

2016
2º Lugar no Prémio de Reabilitação Urbana 2016

Hostel Bluesock

Equipa RAA

Ana Luísa Mendes
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Execução

Gabriela P. Gomes
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Decoração

Márcia André
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Execução

Rui Ferreira
Desenhador
Departamento Projeto . Fase Estudo Prévio

Ana Machado
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Decoração

Juliana Sousa
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Licenciamento

Paulo Oliveira
Arquiteto
Departamento Projeto . Fase Execução (Coordenador)

André A. Alves 
Arquiteto
Departamento Projeto . Fase Estudo Prévio

Luísa Ferreira
Gestora
Departamento de Planeamento e Gestão

Rita Pinto
Arquiteta
Departamento Projeto . Fase Licenciamento

Atelier RAA

O desenvolvimento de uma linguagem própria é reconhecida pelo amadurecimento de ideias e conceitos, desenvolve projetos que são caracterizados pelo seu traço distinto. Através da forma e do desenho é possível reconhecer um modo singular de ver e sentir a arquitetura. Uma arquitetura que pretende comunicar por si só, que pretende ser a alma de quem a habita, mas em que os traços da mão que a desenham não passam despercebidos. Trata-se de um modo próprio de comunicação do imaginado, que pretende ser partilhado, sentido e vivido por quem habita, por quem o contempla, por quem não resiste e se deixa conduzir na ‘coreografia’ que é a arquitetura.